segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O jogo do contente


          Bom, este jogo mudou minha vida e gostaria de compartilhá-lo com vocês! 
              Ele esta presente no livro “Pollyanna” (Eleanor H. Porter) e surgiu de uma decepção da personagem, que era de uma família humilde e pediu uma boneca de natal na “barrica do missionário”, mas quando a barrica chegou havia um par de muletinhas, vendo a filha decepcionada o pai lhe apresentou o jogo do contente que consiste em sempre ver as dificuldades pelo lado positivo, ver em qualquer situação algo para que fique contente, no caso dela, ficar feliz por não precisar das muletinhas. 
             Portanto, você ainda reclama por não ter tudo o que deseja? Abra os olhos, observe as coisas que andam acontecendo ao seu redor e agradeça pelas coisas que você têm, não apenas as materiais, porque isso não será eterno, mas agradeça por ter alguém ao seu lado que te apoie e que sempre te ajuda, seja um amigo, família, irmão ou irmã... Encare as dificuldades como se no final uma luz fosse brilhar e acredite, porque ela brilhará dentro de você! Não sofra com as perdas, aprenda com elas e saiba que além de uma roupa ou um belo acessório, o que te valoriza é um lindo sorriso, a humildade, a lealdade, a honestidade, enfim, qualidades que você jamais perderá, porque não é algo palpável, mais sim algo que sempre se estampará em seus atos. 
          Aprenda que a vida é mais que coisas supérfluas, é também a vontade de vivê-la sem medo do que virá e não se decepcione quando o que você esperou não acontecer, porque “quando uma porta se fecha, duas janelas se abrem”. 
          Não reclame das suas coisas ou condições, elas sempre te ensinarão algo e te mostrarão como foi bom possuí-las. Aceite-as e viva com o que a vida lhe oferece, sem reclamar. 
          Vamos jogar o jogo do contente?
Bruna Benetti

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